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Simulação ajuda a explicar o misterioso hexágono de Saturno

10 de outubro de 2020


Um novo estudo da misteriosa tempestade em forma de hexágono no polo norte de Saturno sugere que este fenômeno é na verdade o resultado da atividade que ocorre em todo o planeta.

Em um novo artigo publicado no Proceedings of the National Academy of Sciences, os cientistas dizem que o furacão de aparência não natural ocorre quando os fluxos atmosféricos através de Saturno criam grandes e pequenos vórtices semelhantes a ciclones. Essas tempestades muito provavelmente giram profundamente dentro do planeta e os funis de convecção das tempestades e "beliscam" os fluxos atmosféricos, confinando-os ao topo de Saturno em uma forma hexagonal.

Sonda Dawn fica muito próxima de Ceres

04 julho de 2018

A sonda Dawn, da Nasa, entrou na órbita mais próxima do planeta anão Ceres, um corpo gelado no cinturão de asteroides que sobrou da formação do Sistema Solar com cerca de um quarto do tamanho da Lua. E Dawn já está apresentando resultados impressionantes.
A missão Dawn da NASA obteve essa visão em direção ao horizonte de Ceres antes de baixar para uma órbita a apenas dezenas de quilômetros acima da superfície do planeta anão. (Crédito: NASA / JPL-Caltech / UCLA / MPS / DLR / IDA)

Pesquisadores recriam os interiores dos gigantes de gelo

22 de abril de 2018

Urano e Netuno
Urano e Netuno, os gigantes de gelo, normalmente são os planetas menos comentados e menos estudados. Isso decorre não só da grande distância e dificuldade do envio de sondas, como também o protagonismo de Marte tende a ofuscar um pouco os demais. Mas um trabalho conduzido por Marius Millot do Laboratório Nacional Lawrence Livermore, na Califórnia fez com que os dois planetas voltassem aos holofotes do estudo astronômico.

Sonda Juno mostra superciclones no polo norte de Júpiter


15 de abril de 2018

Cientistas que trabalham na missão Juno da NASA a Júpiter compartilharam um filme em 3-D mostrando, em infravermelho, ciclones e anticiclones densamente compactados que permeiam as regiões polares do planeta, e a primeira visão detalhada de um dínamo alimentando um campo magnético planetário além da Terra.


Por que a Terra é magnetizada e Vênus não?

Uma nova análise revela que o gigantesco impacto que levou à formação da Lua também poderia ter ativado o campo magnético da Terra.
18 de dezembro de 2017

Com base na sua densidade aparente, Vênus e Terra possuem núcleos que ocupam cerca de metade do seu raio e cerca de 15% de seus volumes. Os pesquisadores não sabem se Vênus tem um núcleo interno sólido como a Terra. Don Davis / The New Solar System (4ª edição)

A estrutura do Sistema Solar

 14 de dezembro de 2017


É comum dizermos que a Terra é nossa casa, pois é o lugar onde moramos e vivemos. Seguindo essa mesma analogia, podemos dizer que o Sistema Solar é nossa cidade, a extensão de nossa moradia, onde se localiza e tem sua função "geográfica". Aqui, iremos conhecer, em linhas gerais, as partes que compõem nosso sistema estelar, não os componentes individualizados, mas as divisões ou regiões do mesmo usando, quando necessário, mais de uma perspectiva. Pois bem, vamos iniciar pelo centro de tudo e partiremos para a periferia até chegarmos aos limites da cidade.

Paleomagnetismo e a nebulosa solar

19 de fevereiro de 2017

Um novo estudo de meteoritos antigos deu novas pistas na compreensão da formação do Sistema Solar.

Os astrônomos estabeleceram um novo cronograma para o Sistema Solar que está ajudando a identificar quando os gigantes de gás Júpiter e Saturno provavelmente se formaram.

As luas de Galileu

03 de janeiro de 2017


O final do século XV e início do XVI destaca-se por uma turbulência mundial nos campos político, econômico, religioso e científico. Grandes navegações com a descoberta da América, Reforma Protestante e Teoria Heliocêntrica. Neste último caso, o polonês Nicolau Copérnico publicava em 1543 De revolutionibus orbium coelestium. Nele, a nova teoria destronava a Terra do centro do Universo e colocava o Sol, sendo nosso planeta apenas mais um a orbitá-lo.

Urano e Netuno: gigantes de gelo

11 de dezembro de 2016

Fotografias de Urano e Netuno

Nosso Sistema Solar é uma verdadeira família e como tal temos membros de diversas características e peculiaridades. Alguns se destacam pela sua presença, como um tio espaçoso (Júpiter) ou aquela prima linda (Lua). Também há membros importantes, mas que não recebem tantos holofotes, sejam porque são distantes ou porque ainda conhecemos pouco. No conjunto dos oito planetas, Urano e Netuno, em geral, são pouco evidenciados, até o nem tão pequeno planeta-anão Plutão, quando ainda estava na "elite" planetária era mais lembrado, servindo sempre de referência como algo distante ou frio.

Urano e Netuno fazem parte dos chamados planetas gigantes gasosos, mas diferente de seus dois companheiros maiores, não o gás que mais chama atenção lá. Aqui vamos dar espaço para esses queridos membros da família solar para que nos conte um pouco sobre si, então que sejam bem-vindos.

Observando nuvens no verão de Titã

15 de novembro de 2016


A nave Cassini da NASA observou nuvens de metano movendo-se pelas regiões do norte de Titã, o maior satélite de Saturno, nos dias 29 e 30 de outubro de 2016. Veja o vídeo abaixo.

Resolvido mistério sobre a origem dos anéis de Saturno


06 de novembro de 2016

Esquerda: imagem dos anéis de Saturno, pela sonda Cassini; Direita: imagem dos anéis de Urano, obtida pelo Telescópio Hubble. Créditos: NASA/JPL/SSI; NASA/JPL/STScI

Uma equipe de investigadores apresentou um novo modelo para a origem dos anéis de Saturno com base em resultados de simulações de computador. Tais resultados também são também a anéis de outros planetas gigantes e explicam as diferenças composicionais entre os anéis de Saturno e Urano. As descobertas foram publicadas dia 6 de outubro de 2016 na edição on-line da Icarus.

Geleiras enterradas em Marte

26 de outubro de 2016




Este amontoado de blocos erodidos encontra-se ao longo da fronteira distinta entre as terras altas do sul do planeta vermelho e as planícies do norte, com restos de antigas geleiras que fluam em torno deles.

Explicando a origem e a extinção dos satélites de Marte

19 de setembro de 2016

As luas Fobos e Deimos são as únicas sobreviventes de acordo com um estudo publicado em 04 de julho.
Acredita-se que as duas luas do planeta vermelho poderiam desaparecer, como aconteceu com as outras.

Superfície de Vênus revelada através das nuvens

21 de julho de 2016

Ondas de gravidade em Vênus. Crédito: ESA

Usando observações do satélite Venus Express da ESA, cientistas demonstraram pela primeira vez como os padrões climáticos observados nas espessas camadas de nuvens de Vênus estão diretamente ligados com a topografia da superfície por baixo. Ao invés de agir como uma barreira às observações, as nuvens de Vênus fornecem uma visão sobre o que está por baixo.

Água fora da Terra

18 de abril de 2016

Acima temos um mosaico de diversas imagens capturadas pela sonda Galileu de que entre 1995 e 2003 orbitou Júpiter e estudou seus satélites, entre eles Europa.

É consenso que um dos motivos da existência e manutenção da vida na Terra é a presença de água. Seja abundante como nos oceanos ou na escassez de desertos, ela está presente e, consigo, a vida. Eis uma das razões que movem boa parte dos astrônomos investigarem as condições de temperatura e pressão em planetas, satélites e até cometas. Caso o mesmo tenha uma temperatura semelhante a da Terra, atmosfera mais ou menos semelhante, temos a possibilidade, ainda que remota, de encontrar água lá, e quem sabe... vida!

A origem e evolução do Sistema Solar

24 de janeiro de 2016


Nessa imagem temos o Sistema Solar didático (aquele de sala de aula) fora de escala e incompleto. Na página A Família Solar temos uma brevíssima descrição dos principais membros desse conjunto. Trata-se de uma família bem diversificada: uma estrela central de pequeno porte, planetas rochosos e gasosos, satélites de variados tamanhos e formatos, cometas, asteroides e poeira.

Plutão, um novo horizonte.

04 de outubro de 2015


Quase nove anos depois do "rebaixamento", Plutão volta a ser centro das atenções de astrônomos e curiosos. Em 2006, no mesmo ano que perdia sua condição de planeta, uma sonda (com sugestivo nome de New Horizons) foi enviada para estudá-lo e com sua chegada, em julho de 2015, o debate sobre o que ele é de fato não só reacendeu, mas trouxe novos conhecimentos a cerca desse gélido mundo.

Uma viagem pela órbita terrestre

19 de março de 2015


Há séculos que o homem sonha em viajar pelo espaço e descobrir novos mundos, nos últimos anos naves têm levado um seletíssimo número de astronautas à Lua e Marte parece estar a menos de uma década de ser tocado por mãos humanas.

O que é ignorado pela maioria da população, é que nosso planeta é uma verdadeira espaçonave nos conduzindo numa viagem de um ano em torno do Sol, é claro que essa viagem não nos levará a outro planeta ou estrela, pois tal evento destruiria nosso mundo, mas não deixa de ser um verdadeiro passeio repleto de belas paisagens dignas de fotografia e, como em toda viagem, com alguns trechos perigosos.

Os movimentos da Terra

31 de janeiro de 2015

Quem nunca ouviu ou disse frases como: "O Sol está virando" ou "As estrelas mudaram de lugar"? Essas e tantas outras expressões que usamos revelam a dinâmica presente no Universo, onde tudo se mexe. Elas refletem o nosso ponto de vista, no qual estamos imóveis e os demais é que estão se movendo. Esse pensamento perdurou por muito tempo, principalmente por entrar em confronto com textos bíblicos. Felizmente, o homem reconheceu que seu planeta é apenas mais um pequeno grão de areia no deserto espacial e, portanto, participa do grande carrossel universal.

Cometas, as estrelas de cabeleira

07 de dezembro de 2014

Em julho de 1994, o cometa Shoemaker-Levy 9 chocou-se contra Júpiter. Foi o primeiro impacto extraterrestre observado entre dois corpos no Sistema Solar. Ocorreu uma intensa cobertura da mídia e dos astrônomos. Telescópios terrestres e espaciais apontaram suas lentes para o fenômeno. Foi de arrepiar!

Os cometas sempre chamaram a atenção da humanidade, em tempos passados, sua aparição causava imenso terror como se anunciassem desgraças futuras. Esse efeito negativo está praticamente esgotado, já o interesse científico persiste, e claro, a admiração também, já que quando um grande cometa surge, logo se torna celebridade na imprensa.

A Terra vista da Estação Espacial Internacional