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Estrela "estala" em supernova fraca.

 14 de outubro de 2018

Os astrônomos observaram a estranha morte de uma estrela massiva que teve uma explosão surpreendentemente "frágil" e rápida em uma galáxia a 920 milhões de anos-luz de distância. De acordo com os pesquisadores, essa explosão incomum sugere que a estrela que estava morrendo tinha uma companheira oculta que estava sugando a massa da estrela, levando-a a uma supernova surpreendentemente rápida.

Os astrônomos ficaram surpresos com a frágil a explosão foi desta estrela.

Auroras são descobertas em anãs marrons

26 de agosto de 2018

Astrônomos descobriram auroras em torno de um conjunto de anãs marrons - incluindo uma que vagueia pela galáxia sozinha - indicando campos magnéticos surpreendentemente fortes nessas estrelas fracassadas.

Campos magnéticos são comuns no espaço, mas sua origem é mal compreendida. Nas estrelas, elas geram manchas e labaredas; nos planetas, eles podem criar incríveis auroras. Agora, uma equipe de astrônomos detectou campos magnéticos surpreendentemente fortes em várias anãs marrons, estrelas fracassadas que são grandes demais para serem planetas, mas pequenas demais para iniciar a fusão de hidrogênio em seus núcleos. As detecções trouxeram uma surpresa ainda maior: inesperada atividade auroral em um "planeta órfão" que vagueia pelo cosmos sozinho.

O Sol é uma estrela normal. Ainda bem!

20 de janeiro de 2018

Como um exoplaneta revelou que nosso Sol é uma estrela normal.

Manchas solares são áreas mais escuras e relativamente mais frias no Sol. Estão associadas ao campo magnético da nossa estrela. Embora seja fácil ver esses pontos no nosso Sol, é muito mais difícil encontrá-los em estrelas próximas.

As pequenas regiões escuras do Sol ajudaram cientistas solares a aprender mais sobre a nossa estrela mais próxima. Mas ao passo que encontrar as manchas solares é razoavelmente fácil em nosso Sol, identificá-las em estrelas parecidas com ele, a anos-luz de distância, pode ser um desafio. Agora, os astrônomos usaram um exoplaneta para investigar o interior da sua estrela, revelando mais uma vez que o nosso próprio Sol não é nada especial, o que vem como um alívio para os cientistas que há muito modelaram o comportamento de outras estrelas após terem o feito com a nossa.

As campeãs estelares

29 de dezembro de 2017


Nas competições de alto nível, como Os Jogos Olímpicos ou a Copa do Mundo de Futebol, temos a disputa entre os melhores de cada continente disputando o posto de melhor do mundo, o melhor dentre os melhores.

No universo não temos necessariamente uma competição, mas temos grupos de estrelas que se destacam por alguma característica, seja tamanho ou massa entre várias. E desses grupos temos a "vencedora", aquela que ostenta a primeira posição na "modalidade" que participa.

A estrela que morreu duas vezes

Astrônomos descobriram estrela que se tornou supernova mais de uma vez.

 11 de novembro de 2017
As camadas gasosas da supernova em expansão deixando um pequeno núcleo branco. Imagem artística.

Uma descoberta publicada na revista Nature colocou em xeque quase tudo o que os astrônomos sabiam sobre as supernovas. Como disse o próprio autor do estudo Iair Arcavi "Esta supernova quebra tudo o que achamos que sabíamos sobre como elas funcionam".

A estrela que matou sua companheira

Um par raro conta uma história estranha de uma morte estelar prematura.
06 de novembro de 2017

Uma anã marrom pode ter causado a morte precoce e a transição de sua companheira em uma anã branca.

Quer matar uma estrela? Ponha um companheiro nas proximidades, astrônomos. Depois de detectar um sistema consistindo de uma anã branca de baixa massa e uma anã marrom, uma equipe brasileira de astrônomos utilizando o Observatório do Pico dos Dias do Laboratório Nacional de Astrofísica e o William Herschel Telescope do Observatorio del Roque de los Muchachos (da Espanha), determinou que a anã branca era o resultado da "morte prematura" de uma estrela normal provocada por sua pequena companheira.

Mar de estrelas

19 de junho de 2016


 

Nas noites sem nuvens o céu nos proporciona o espetáculo diário, milhares de pontinhos brilhantes sobre nossas cabeças percorrem a abóbada de leste a oeste. A olho nu percebemos diferenças, umas brilham mais que outras. Algumas são avermelhadas, outras tem tons alaranjados e a maioria branca, sem contar nosso Sol.

Quando as luzes se apagam

05 de março de 2013

Todos os dias você vê o Sol nascer à Leste, banhando a Terra com sua luz e calor. Foi graças a ele que nosso planeta surgiu, somos os “restos” de sua formação. O Sol também é nossa fonte primária de energia, em cada segundo ele libera 386 bilhões de bilhões de megawatts de energia como calor, luz visível e outras radiações. Compare: a potência da Usina de Itaipu é de 12600 megawatts por ano. Isso custa ao astro-rei uma perda de massa de 700 milhões de toneladas de hidrogênio por segundo. Mas esse valor é insignificante se comparado à sua massa total de aproximadamente 2 x 1030 Kg ou 2.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000 Kg (dois nonilhões de quilogramas). Portanto não se preocupe, pois o combustível solar durará o suficiente para seus filhos, netos, bisnetos, bisnetos dos seus bisnetos e os bisnetos deles apreciarem o nascer do Sol.

Medindo o brilho dos astros

25 de novembro de 2011
 
Ao observar o céu noturno percebemos que as estrelas possuem brilhos variados, umas mais outras menos. Mas como compará-las?

A estrela que não deveria existir

13 de setembro de 2011

Uma equipe de astrônomos europeus utilizou o Very Large Telescope (VLT) do ESO  para descobrir uma estrela na Via Láctea que muitos pensavam não poder existir.

A Terra vista da Estação Espacial Internacional