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Dança das galáxias

18 de novembro de 2018


Um artigo publicado na Astronomy & Astrophysics por uma equipe internacional de astrofísicos, liderada por pesquisadores do Instituto de Astrofísica das Canárias - IAC, usando dados do satélite Gaia da ESA mediu o movimento de 39 galáxias anãs. Esses dados forneceram informações sobre a dinâmica dessas galáxias, suas histórias e interações com a Via Láctea.

Gaia descobre galáxia "fantasma" perto da Via Láctea

16 de novembro de 2018

Nesta impressão artística, a grande nuvem de Magalhães pode ser vista à esquerda da Via Láctea, no centro, enquanto a anã recém-descoberta é visível como uma nuvem escura à direita.

Cientistas que estudam dados da sonda Gaia, da Agência Espacial Europeia - ESA, descobriram uma galáxia anã escondida nos arredores da Via Láctea, um enxame de estrelas de baixa densidade com dois terços do tamanho da nossa. A chamada galáxia "fantasma", conhecida como Antlia 2 (Ant 2), tem um terço do tamanho da Via Láctea, tão grande quanto a Grande Nuvem de Magalhães.

Galáxia de Andrômeda pode ter comido um antigo irmão da Via Láctea

Há cerca de 2 bilhões de anos atrás, uma enorme colisão entre dois pesos-pesados ​​galácticos deu início a uma explosão de formação de estrelas na maior galáxia do Grupo Local.

29 de julho de 2018
A galáxia de Andrômeda, localizada a cerca de 2,5 milhões de anos-luz da Terra, brilhando em luz ultravioleta nesta imagem tirada pelo Galaxy Evolution Explorer da NASA.

Grupo Local, nossa vizinhança galática


26 de fevereiro de 2018



Até início do século XX, o universo se reduzia à Via Láctea, sendo que as atuais galáxias eram consideradas nebulosas, como foi a Nebulosa de Andrômeda. Pois bem, o tempo passou e a ciência destrona o homem mais uma vez de sua prepotência em ser o centro de tudo, hoje sabemos que o universo contém trilhões de galáxias. Mas elas não estão por aí cada uma por si, ao contrário, grupos unidos pela gravidade viajam juntos pela imensidão do cosmos. Aqui, vamos conhecer um pouco do grupo que nossa galáxia faz parte.

As Nuvens de Magalhães

10 de julho de 2017



No espaço praticamente todo objeto gira em torno de algo maior, assim como a Lua orbita a Terra, o Sol orbita o denso centro galático. Subindo um nível a mais, nossa galáxia, a Via Láctea, tem alguns satélites. Pelo menos uma dezena de pequenas galáxias de menor massa gira ao redor da nossa, como se reproduzissem nosso Sistema Solar, porém numa escala milhares de vezes maior. Dentre os satélites "via-lácteos", dois ganham destaque pela proximidade, pelo nome e por ser possível observá-los olho nu, são as Nuvens de Magalhães.

Nuvens de Magalhães ligadas por uma ponte de estrelas


12 de fevereiro de 2017

Véus esbranquiçados e a tênue ponte entre as nuvens representam a distribuição das estrelas RR Lyrae.
Crédito: V. Belokurov, D. Erkal, A. Mellinger

De acordo com uma equipe internacional de astrônomos liderada por investigadores da Universidade de Cambridge, as Nuvens de Magalhães, as duas maiores galáxias - satélite da Via Láctea, parecem estar ligadas por uma ponte que se estende por 43.000 anos-luz. A descoberta foi divulgada na revista Monthly Notices of the Royal Astronomical Society e baseia-se no censo estelar galáctico realizado pelo Observatório Espacial Gaia da ESA.

Hubble faz censo do Universo e chega a número incrível de galáxias

19 de outubro de 2016

Esta imagem cobre uma porção de um grande censo de galáxias com o nome GOODS (Great Observatories Origins Deep Survey). Crédito: NASA, ESA e Equipe GOODS, e M. Giavalisco (Universidade de Massachusetts, Amherst)

O Telescópio Espacial Hubble com ajuda de outros observatórios concluiu um censo do espaço profundo e chegou a conclusão que o Universo é mais cheio do que se pensava: pelo menos 10 vezes mais galáxias no Universo observável do que se imaginava. E que no passado havia bem mais!

Revelado passado explosivo da Via Láctea

07 de setembro de 2016

É um fato conhecido a anos que o centro da nossa Galáxia abriga um buraco negro supermassivo que atualmente tem se mantido em relativa calma. Mas descobertas recentes realizadas pelo XMM-Newton, um observatório espacial em raios X da ESA, revelou que nem sempre foi assim.

O equipamento descobriu uma enorme bolha em torno do centro da Via Láctea composta por gases aquecidos a um milhão de graus. Essa nuvem estende-se por até 650 mil anos-luz e auxilia a explicar, também, a questão da massa galática.

A Terra vista da Estação Espacial Internacional