Mars Helicopter vai voar na próxima missão da NASA no planeta vermelho


A NASA está enviando um helicóptero para Marte.
13 de maio de 2018

A Mars Helicopter, uma pequena aeronave rotativa autônoma, viajará com a missão de rover Mars 2020 da agência, programada para ser lançada em julho de 2020, para demonstrar a viabilidade e o potencial de veículos mais pesados ​​que o ar no Planeta Vermelho.

Hubble fotografa estrela companheira sobrevivente de supernova

E parece que foi ela quem causou a explosão.
03 de maio de 2018

A primeira imagem de uma companheira sobrevivente de uma supernova. Graças à alta resolução e à excelente sensibilidade ultravioleta do Hubble, os astrônomos agora sabem que algumas supernovas provavelmente têm raízes em sistemas duplos.

O Telescópio Espacial Hubble apesar de ser um veterano, com 28 anos de muito trabalho, ainda está longe ser aposentado. De acordo com um novo estudo publicado em 28 de março no Astrophysical Journal, astrônomos usando o HST (sigla em inglês do Hubble) tiraram a primeira fotografia de uma estrela companheira que sobreviveu a uma supernova.

Pesquisadores recriam os interiores dos gigantes de gelo

22 de abril de 2018

Urano e Netuno
Urano e Netuno, os gigantes de gelo, normalmente são os planetas menos comentados e menos estudados. Isso decorre não só da grande distância e dificuldade do envio de sondas, como também o protagonismo de Marte tende a ofuscar um pouco os demais. Mas um trabalho conduzido por Marius Millot do Laboratório Nacional Lawrence Livermore, na Califórnia fez com que os dois planetas voltassem aos holofotes do estudo astronômico.

Sonda Juno mostra superciclones no polo norte de Júpiter


15 de abril de 2018

Cientistas que trabalham na missão Juno da NASA a Júpiter compartilharam um filme em 3-D mostrando, em infravermelho, ciclones e anticiclones densamente compactados que permeiam as regiões polares do planeta, e a primeira visão detalhada de um dínamo alimentando um campo magnético planetário além da Terra.


Onde estão os satélites artificiais?

01 de abril de 2018


Desde o início da exploração espacial, estudos são desenvolvidos para obter a melhor forma de lançamento de foguetes e colocação em órbita de satélites. Hoje sabemos que existem milhares de objetos circulando no espaço em volta da Terra, a maioria deles já desativada e inútil.

O que hoje pouca gente sabe é que muito do que é aplicado nos cálculos das órbitas começou a mais de 400 anos com o astrônomo alemão Johannes Kepler e suas três leis: a lei das órbitas elípticas (as trajetórias não são circulares como se supunha), a lei das áreas (a velocidade do astro varia, conforme distância ao corpo central) e a lei dos períodos. Esta última, mostrou a relação matemática que une período de translação com raio da órbita. Pronto! Estavam lançadas as bases da astronáutica moderna.

Quanto lixo tem na Lua?

05 de março de 2018

A Lua tem muito lixo, incluindo um ramo de oliveira dourada, um kit de bandeira, várias sondas lunares, e um martelo e uma pena de falcão, estes últimos, componentes de um experimento de 1971 usaram para demonstrar que os objetos caem na mesma proporção, independentemente de massa. Há dezenas de pedaços de detritos no solo lunar. Mas quanto lixo, exatamente, os humanos deixaram ou enviaram para a Lua?

Grupo Local, nossa vizinhança galática


26 de fevereiro de 2018



Até início do século XX, o universo se reduzia à Via Láctea, sendo que as atuais galáxias eram consideradas nebulosas, como foi a Nebulosa de Andrômeda. Pois bem, o tempo passou e a ciência destrona o homem mais uma vez de sua prepotência em ser o centro de tudo, hoje sabemos que o universo contém trilhões de galáxias. Mas elas não estão por aí cada uma por si, ao contrário, grupos unidos pela gravidade viajam juntos pela imensidão do cosmos. Aqui, vamos conhecer um pouco do grupo que nossa galáxia faz parte.

E se um grande asteroide viesse para a Terra?

Será que estamos prontos para nos defender das bombas espaciais?

12 de fevereiro de 2018


Um tema muito abordado em filmes de catástrofe são os impactos de asteroides na Terra, como o famoso Armagedom, além de Impacto Profundo e a série Salvation. Neles sempre temos uma linha semelhante: descoberta do objeto com poucos dias ou semanas para impacto, projetos que falham e um autossacrifício para salvamento do planeta. Pois bem, saindo da ficção e voltando à realidade, o que temos à mão ou que pode ser feito se um asteroide de tamanho considerável estiver em rota de colisão com a Terra?

Descoberta de planetas fora da Via Láctea

05 de fevereiro de 2018

Em 1992, foi descoberto o primeiro exoplaneta (ou planeta extrassolar), de lá pra cá milhares de novos mundo foram encontrados, na sua maioria gigantes gasosos, porém recentemente localizamos muitos planetas "terrestres", ou seja, semelhantes à Terra no tamanho e possivelmente rochosos, alguns até bem próximos de nós, ou seja, poucos anos-luz. Agora um enorme passo foi dado.

Tempestades globais de poeira em Marte e a fuga do hidrogênio

Nova pesquisa associa as tempestades de poeira marcianas ao escape do hidrogênio em sua atmosfera e consequente aumento da aridez planetária.

31 de janeiro de 2018

A Mars Orbiter Camera da NASA tirou duas fotos do planeta em 2001, com um mês de diferença. A foto à esquerda foi tirada durante um período calmo da atmosfera, enquanto a foto à direita mostra o planeta coberto pela neblina causada por uma tempestade de poeira.

É fato conhecido do grande público as famosas tempestades de poeira que ocorrem em Marte, muito retratada em filmes de ficção científica como aquela "onda" gigante alaranjada que engole tudo ao seu caminho. Mas indo pra realidade, de fato além dessas tempestades locais, o planeta enfrenta o mesmo fenômeno em escala global, ao ponto que o mesma fica literalmente coberto de poeira e sua superfície invisível.

O Sol é uma estrela normal. Ainda bem!

20 de janeiro de 2018

Como um exoplaneta revelou que nosso Sol é uma estrela normal.

Manchas solares são áreas mais escuras e relativamente mais frias no Sol. Estão associadas ao campo magnético da nossa estrela. Embora seja fácil ver esses pontos no nosso Sol, é muito mais difícil encontrá-los em estrelas próximas.

As pequenas regiões escuras do Sol ajudaram cientistas solares a aprender mais sobre a nossa estrela mais próxima. Mas ao passo que encontrar as manchas solares é razoavelmente fácil em nosso Sol, identificá-las em estrelas parecidas com ele, a anos-luz de distância, pode ser um desafio. Agora, os astrônomos usaram um exoplaneta para investigar o interior da sua estrela, revelando mais uma vez que o nosso próprio Sol não é nada especial, o que vem como um alívio para os cientistas que há muito modelaram o comportamento de outras estrelas após terem o feito com a nossa.

Depósitos subterrâneos de gelo são encontrados em Marte

14 de janeiro de 2018

Pesquisadores que estudam as bordas erodidas dos cumes em Marte descobriram que existem grandes depósitos de gelo de água a poucos metros abaixo da superfície marciana, atingindo mais de 90 metros de espessura em algumas áreas.

O Mars Reconnaissance Orbiter capturou esta imagem mostrando uma avalanche de neve empoeirada que desce em um declive erodido em Marte. A neve é composta de gelo seco dióxido de carbono congelado. Os pesquisadores recentemente encontraram encostas similares em outros lugares de Marte com enormes depósitos de gelo puro.

A Terra vista da Estação Espacial Internacional