Criado um mapa de matéria escura

04 de março de 2017

Uma equipe liderada por investigadores da Universidade de Yale criou o mapa de matéria escura com maior resolução conseguido até hoje, oferecendo fundamentação detalhada para a existência de matéria escura fria, partículas lentas que compreendem a maior parte da matéria do Universo.

Mapa detalhado da distribuição de aglomerados de matéria escura numa galáxia distante, obtido a partir dos dados do programa Frontier Fields do Telescópio Espacial Hubble. Neste mapa, a matéria invisível consiste num monte suave de matéria escura sobre o qual os aglomerados se formam. Créditos: Yale University.

Paleomagnetismo e a nebulosa solar

19 de fevereiro de 2017

Um novo estudo de meteoritos antigos deu novas pistas na compreensão da formação do Sistema Solar.

Os astrônomos estabeleceram um novo cronograma para o Sistema Solar que está ajudando a identificar quando os gigantes de gás Júpiter e Saturno provavelmente se formaram.

Nuvens de Magalhães ligadas por uma ponte de estrelas


12 de fevereiro de 2017

Véus esbranquiçados e a tênue ponte entre as nuvens representam a distribuição das estrelas RR Lyrae.
Crédito: V. Belokurov, D. Erkal, A. Mellinger

De acordo com uma equipe internacional de astrônomos liderada por investigadores da Universidade de Cambridge, as Nuvens de Magalhães, as duas maiores galáxias - satélite da Via Láctea, parecem estar ligadas por uma ponte que se estende por 43.000 anos-luz. A descoberta foi divulgada na revista Monthly Notices of the Royal Astronomical Society e baseia-se no censo estelar galáctico realizado pelo Observatório Espacial Gaia da ESA.

As missões esquecidas

15 de janeiro de 2017

Nestes tempos em que tantas sondas robóticas cruzam o Sistema Solar, há algumas que conseguem, pelo menos durante alguns dias, captar a atenção dos mídia e deixar uma forte impressão na mente do público. Nos últimos meses, Rosetta, New Horizons, ExoMars, são exemplos de nomes que se tornaram bastante conhecidos. Se fizermos um pouco mais de esforço, talvez encontremos quem tenha ouvido falar da Dawn, da Cassini e quem não se lembraria do Curiosity, o rover que percorre a superfície de Marte?

Claro que há muitas outras missões notórias, algumas de grande longevidade, que exploram ou exploraram planetas, satélites, asteroides e cometas. A Messenger em Mercúrio, a Venus Express em Vênus, a Mars Express, a Mars Odyssey, a Mars Reconnaissance Orbiter em órbita de Marte (para não falar da já desativada Mars Global Surveyor), o rover Opportunity ainda a rolar na superfície do planeta vermelho, ao fim de tantos anos (e já alguns depois do “funeral” do seu gêmeo Spirit), a Galileo no sistema de Júpiter. Mas não é dessas que vamos falar. É das outras.

As luas de Galileu

03 de janeiro de 2017


O final do século XV e início do XVI destaca-se por uma turbulência mundial nos campos político, econômico, religioso e científico. Grandes navegações com a descoberta da América, Reforma Protestante e Teoria Heliocêntrica. Neste último caso, o polonês Nicolau Copérnico publicava em 1543 De revolutionibus orbium coelestium. Nele, a nova teoria destronava a Terra do centro do Universo e colocava o Sol, sendo nosso planeta apenas mais um a orbitá-lo.

Urano e Netuno: gigantes de gelo

11 de dezembro de 2016

Fotografias de Urano e Netuno

Nosso Sistema Solar é uma verdadeira família e como tal temos membros de diversas características e peculiaridades. Alguns se destacam pela sua presença, como um tio espaçoso (Júpiter) ou aquela prima linda (Lua). Também há membros importantes, mas que não recebem tantos holofotes, sejam porque são distantes ou porque ainda conhecemos pouco. No conjunto dos oito planetas, Urano e Netuno, em geral, são pouco evidenciados, até o nem tão pequeno planeta-anão Plutão, quando ainda estava na "elite" planetária era mais lembrado, servindo sempre de referência como algo distante ou frio.

Urano e Netuno fazem parte dos chamados planetas gigantes gasosos, mas diferente de seus dois companheiros maiores, não o gás que mais chama atenção lá. Aqui vamos dar espaço para esses queridos membros da família solar para que nos conte um pouco sobre si, então que sejam bem-vindos.

Observando nuvens no verão de Titã

15 de novembro de 2016


A nave Cassini da NASA observou nuvens de metano movendo-se pelas regiões do norte de Titã, o maior satélite de Saturno, nos dias 29 e 30 de outubro de 2016. Veja o vídeo abaixo.

Resolvido mistério sobre a origem dos anéis de Saturno


06 de novembro de 2016

Esquerda: imagem dos anéis de Saturno, pela sonda Cassini; Direita: imagem dos anéis de Urano, obtida pelo Telescópio Hubble. Créditos: NASA/JPL/SSI; NASA/JPL/STScI

Uma equipe de investigadores apresentou um novo modelo para a origem dos anéis de Saturno com base em resultados de simulações de computador. Tais resultados também são também a anéis de outros planetas gigantes e explicam as diferenças composicionais entre os anéis de Saturno e Urano. As descobertas foram publicadas dia 6 de outubro de 2016 na edição on-line da Icarus.

Geleiras enterradas em Marte

26 de outubro de 2016




Este amontoado de blocos erodidos encontra-se ao longo da fronteira distinta entre as terras altas do sul do planeta vermelho e as planícies do norte, com restos de antigas geleiras que fluam em torno deles.

Hubble faz censo do Universo e chega a número incrível de galáxias

19 de outubro de 2016

Esta imagem cobre uma porção de um grande censo de galáxias com o nome GOODS (Great Observatories Origins Deep Survey). Crédito: NASA, ESA e Equipe GOODS, e M. Giavalisco (Universidade de Massachusetts, Amherst)

O Telescópio Espacial Hubble com ajuda de outros observatórios concluiu um censo do espaço profundo e chegou a conclusão que o Universo é mais cheio do que se pensava: pelo menos 10 vezes mais galáxias no Universo observável do que se imaginava. E que no passado havia bem mais!

Estação Espacial Internacional

12 de outubro de 2016



Ao final dos anos 80 as superpotências Estados Unidos e União Soviética encerraram os projetos para missões tripuladas à Lua e começaram a se empenhar em ações para montar laboratórios espaciais e ambientes que permitissem a presença humana duradoura nesse novo ambiente.

Explicando a origem e a extinção dos satélites de Marte

19 de setembro de 2016

As luas Fobos e Deimos são as únicas sobreviventes de acordo com um estudo publicado em 04 de julho.
Acredita-se que as duas luas do planeta vermelho poderiam desaparecer, como aconteceu com as outras.

A Terra vista da Estação Espacial Internacional