Mar de estrelas

19 de junho de 2016


 

Nas noites sem nuvens o céu nos proporciona o espetáculo diário, milhares de pontinhos brilhantes sobre nossas cabeças percorrem a abóbada de leste a oeste. A olho nu percebemos diferenças, umas brilham mais que outras. Algumas são avermelhadas, outras tem tons alaranjados e a maioria branca, sem contar nosso Sol.

Corrida espacial

16 de maio de 2016

Satélite soviético Sputnik e lançamento missão americana Apollo XI

Em 1945 o mundo saía da Segunda Guerra Mundial, o maior evento bélico da história deixava um rastro de milhões de mortos. A Europa ocidental estava destruída, acabava aí sua hegemonia que vinha desde o fim do feudalismo. O mundo passou a ter duas superpotências que lutaram do mesmo lado no conflito, mas que agora se tornaram rivais. De um lado, os Estados Unidos da América - EUA novo líder do capitalismo, superando sua antiga metrópole Inglaterra, disposto a preservar a economia de mercado. Do outro, a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas - URSS, nascida da aglutinação de 15 repúblicas sob liderança da Rússia, adotando o regime de economia planificada e defendendo o socialismo.

Água fora da Terra

18 de abril de 2016

Acima temos um mosaico de diversas imagens capturadas pela sonda Galileu de que entre 1995 e 2003 orbitou Júpiter e estudou seus satélites, entre eles Europa.

É consenso que um dos motivos da existência e manutenção da vida na Terra é a presença de água. Seja abundante como nos oceanos ou na escassez de desertos, ela está presente e, consigo, a vida. Eis uma das razões que movem boa parte dos astrônomos investigarem as condições de temperatura e pressão em planetas, satélites e até cometas. Caso o mesmo tenha uma temperatura semelhante a da Terra, atmosfera mais ou menos semelhante, temos a possibilidade, ainda que remota, de encontrar água lá, e quem sabe... vida!

Campo magnético terrestre

21 de fevereiro de 2016


Acima vemos um espetáculo no céu. São as auroras. Frutos da interação do campo magnético terrestre com as partículas carregadas emitidas pelo Sol. Desde os primeiros anos escolares, nos é ensinado que a Terra é um grande ímã. Mas como assim? De onde vem esse magnetismo? Como podemos percebê-lo? Essas e outras perguntas serão respondidas ao longo desse texto.

A origem e evolução do Sistema Solar

24 de janeiro de 2016


Nessa imagem temos o Sistema Solar didático (aquele de sala de aula) fora de escala e incompleto. Na página A Família Solar temos uma brevíssima descrição dos principais membros desse conjunto. Trata-se de uma família bem diversificada: uma estrela central de pequeno porte, planetas rochosos e gasosos, satélites de variados tamanhos e formatos, cometas, asteroides e poeira.

Nebulosas

29 de novembro de 2015


Observar o céu é uma atividade prazerosa. Ver as estrelas "passeando" pelo escuro e seu pequeno deslocamento a cada noite. De posse de um instrumento de aumento podemos ver detalhes, no entanto ficamos restritos a minúsculas frações da abóbada celeste. Também há objetos (e são a maioria deles) que não podemos ver nem com nossos telescópios amadores. Grande parte das nebulosas estão além da nossa capacidade visual. Mesmo um bom telescópio refletor de 150 mm não mostra mais que manchas difusas de médio brilho destacadas do fundo negro espacial.

Plutão, um novo horizonte.

04 de outubro de 2015


Quase nove anos depois do "rebaixamento", Plutão volta a ser centro das atenções de astrônomos e curiosos. Em 2006, no mesmo ano que perdia sua condição de planeta, uma sonda (com sugestivo nome de New Horizons) foi enviada para estudá-lo e com sua chegada, em julho de 2015, o debate sobre o que ele é de fato não só reacendeu, mas trouxe novos conhecimentos a cerca desse gélido mundo.

Constelações III, origens mitológicas e modernas

07 de agosto de 2015



Como último capítulo da trilogia Constelações, este texto terá como base explicar as origens das constelações ocidentais e reconhecidas pela União Astrônoma Internacional – UAI.

Constelações II: o zodíaco

08 de junho de 2015




INTRODUÇÃO

Como vimos em Constelações I: desenhos no céu, um dos 4 grupos de constelações em que o céu foi dividido é o zodíaco, trata-se do menor grupo com 13 membros, mas é o que mais auxilia astrônomos amadores e até profissionais, além de ser fonte de misticismo e superstições, que muitas vezes, sobrepõem à verdadeira ciência, tornando mais fonte de especulações futuristas do que objeto científico.

Constelações I: desenhos no céu

07 de abril de 2015



Quem nunca ficou a admirar o céu noturno, a ver as estrelas e construir desenhos, representações do dia a dia, da ficção ou mesmo figuras irreais. As estrelas, cada vez mais invisíveis devido à iluminação artificial e poluição, provocaram a curiosidade no ser humano desde que começou a apresentar sinais de inteligência.
Em diversos locais e épocas, aqueles pontinhos luminosos no céu pareciam formar imagens (talvez mensagens dos deuses) que ajudavam a identificar as estações do ano e outros eventos naturais cíclicos. Vamos fazer uma breve viagem no tempo e conhecer como algumas civilizações interpretavam e construíam suas figuras, até chegarmos à visão científica moderna.

Uma viagem pela órbita terrestre

19 de março de 2015


Há séculos que o homem sonha em viajar pelo espaço e descobrir novos mundos, nos últimos anos naves têm levado um seletíssimo número de astronautas à Lua e Marte parece estar a menos de uma década de ser tocado por mãos humanas.

O que é ignorado pela maioria da população, é que nosso planeta é uma verdadeira espaçonave nos conduzindo numa viagem de um ano em torno do Sol, é claro que essa viagem não nos levará a outro planeta ou estrela, pois tal evento destruiria nosso mundo, mas não deixa de ser um verdadeiro passeio repleto de belas paisagens dignas de fotografia e, como em toda viagem, com alguns trechos perigosos.

Os movimentos da Terra

31 de janeiro de 2015

Quem nunca ouviu ou disse frases como: "O Sol está virando" ou "As estrelas mudaram de lugar"? Essas e tantas outras expressões que usamos revelam a dinâmica presente no Universo, onde tudo se mexe. Elas refletem o nosso ponto de vista, no qual estamos imóveis e os demais é que estão se movendo. Esse pensamento perdurou por muito tempo, principalmente por entrar em confronto com textos bíblicos. Felizmente, o homem reconheceu que seu planeta é apenas mais um pequeno grão de areia no deserto espacial e, portanto, participa do grande carrossel universal.

A Terra vista da Estação Espacial Internacional