Revelado passado explosivo da Via Láctea

07 de setembro de 2016

É um fato conhecido a anos que o centro da nossa Galáxia abriga um buraco negro supermassivo que atualmente tem se mantido em relativa calma. Mas descobertas recentes realizadas pelo XMM-Newton, um observatório espacial em raios X da ESA, revelou que nem sempre foi assim.

O equipamento descobriu uma enorme bolha em torno do centro da Via Láctea composta por gases aquecidos a um milhão de graus. Essa nuvem estende-se por até 650 mil anos-luz e auxilia a explicar, também, a questão da massa galática.

Satélite Vanguard 1, há quase 60 anos no espaço

03 de setembro de 2016

A história da exploração espacial tem muitos feitos a comemorar nos últimos 60 anos. Desde o lançamento do primeiro satélite, o soviético Sputnik, em outubro de 1957, até as mais recentes descobertas feitas pelas sondas extraterrestres, os motivos para celebração não param de crescer, e se depender da vontade dos pesquisadores espaciais, ainda teremos muitos anos pela frente.

Astronomia na Antiguidade I: Médio Oriente, Índia e China

21 de agosto de 2016

Agora, neste artigo, você vai ficar conhecendo como a Astronomia se desenvolveu num período da História, a Idade Antiga.

Mas antes de aprofundarmos nossa conversa de como se apresentou a Astronomia no Período Antigo vamos nos situar um pouco no tempo. De acordo com a visão tradicional, a História está dividida em Pré-história na qual estão inseridos o Período Paleolítico, o Neolítico e a Idade dos Metais e História propriamente dita em que estão Idade Antiga, Média, Moderna e Contemporânea. Nossa "fatia do bolo" está na Idade Antiga que começa a ser contada a partir do desenvolvimento da escrita, pelos sumérios, por volta de 4.000 anos a.C. até a queda do Império Romano do Ocidente em 476 da era cristã.

Superfície de Vênus revelada através das nuvens

21 de julho de 2016

Ondas de gravidade em Vênus. Crédito: ESA

Usando observações do satélite Venus Express da ESA, cientistas demonstraram pela primeira vez como os padrões climáticos observados nas espessas camadas de nuvens de Vênus estão diretamente ligados com a topografia da superfície por baixo. Ao invés de agir como uma barreira às observações, as nuvens de Vênus fornecem uma visão sobre o que está por baixo.

Mar de estrelas

19 de junho de 2016


 

Nas noites sem nuvens o céu nos proporciona o espetáculo diário, milhares de pontinhos brilhantes sobre nossas cabeças percorrem a abóbada de leste a oeste. A olho nu percebemos diferenças, umas brilham mais que outras. Algumas são avermelhadas, outras tem tons alaranjados e a maioria branca, sem contar nosso Sol.

Corrida espacial

16 de maio de 2016

Satélite soviético Sputnik e lançamento missão americana Apollo XI

Em 1945 o mundo saía da Segunda Guerra Mundial, o maior evento bélico da história deixava um rastro de milhões de mortos. A Europa ocidental estava destruída, acabava aí sua hegemonia que vinha desde o fim do feudalismo. O mundo passou a ter duas superpotências que lutaram do mesmo lado no conflito, mas que agora se tornaram rivais. De um lado, os Estados Unidos da América - EUA novo líder do capitalismo, superando sua antiga metrópole Inglaterra, disposto a preservar a economia de mercado. Do outro, a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas - URSS, nascida da aglutinação de 15 repúblicas sob liderança da Rússia, adotando o regime de economia planificada e defendendo o socialismo.

Água fora da Terra

18 de abril de 2016

Acima temos um mosaico de diversas imagens capturadas pela sonda Galileu de que entre 1995 e 2003 orbitou Júpiter e estudou seus satélites, entre eles Europa.

É consenso que um dos motivos da existência e manutenção da vida na Terra é a presença de água. Seja abundante como nos oceanos ou na escassez de desertos, ela está presente e, consigo, a vida. Eis uma das razões que movem boa parte dos astrônomos investigarem as condições de temperatura e pressão em planetas, satélites e até cometas. Caso o mesmo tenha uma temperatura semelhante a da Terra, atmosfera mais ou menos semelhante, temos a possibilidade, ainda que remota, de encontrar água lá, e quem sabe... vida!

Campo magnético terrestre

21 de fevereiro de 2016


Acima vemos um espetáculo no céu. São as auroras. Frutos da interação do campo magnético terrestre com as partículas carregadas emitidas pelo Sol. Desde os primeiros anos escolares, nos é ensinado que a Terra é um grande ímã. Mas como assim? De onde vem esse magnetismo? Como podemos percebê-lo? Essas e outras perguntas serão respondidas ao longo desse texto.

A origem e evolução do Sistema Solar

24 de janeiro de 2016


Nessa imagem temos o Sistema Solar didático (aquele de sala de aula) fora de escala e incompleto. Na página A Família Solar temos uma brevíssima descrição dos principais membros desse conjunto. Trata-se de uma família bem diversificada: uma estrela central de pequeno porte, planetas rochosos e gasosos, satélites de variados tamanhos e formatos, cometas, asteroides e poeira.

Nebulosas

29 de novembro de 2015


Observar o céu é uma atividade prazerosa. Ver as estrelas "passeando" pelo escuro e seu pequeno deslocamento a cada noite. De posse de um instrumento de aumento podemos ver detalhes, no entanto ficamos restritos a minúsculas frações da abóbada celeste. Também há objetos (e são a maioria deles) que não podemos ver nem com nossos telescópios amadores. Grande parte das nebulosas estão além da nossa capacidade visual. Mesmo um bom telescópio refletor de 150 mm não mostra mais que manchas difusas de médio brilho destacadas do fundo negro espacial.

Plutão, um novo horizonte.

04 de outubro de 2015


Quase nove anos depois do "rebaixamento", Plutão volta a ser centro das atenções de astrônomos e curiosos. Em 2006, no mesmo ano que perdia sua condição de planeta, uma sonda (com sugestivo nome de New Horizons) foi enviada para estudá-lo e com sua chegada, em julho de 2015, o debate sobre o que ele é de fato não só reacendeu, mas trouxe novos conhecimentos a cerca desse gélido mundo.

Constelações III, origens mitológicas e modernas

07 de agosto de 2015



Como último capítulo da trilogia Constelações, este texto terá como base explicar as origens das constelações ocidentais e reconhecidas pela União Astrônoma Internacional – UAI.

A Terra vista da Estação Espacial Internacional